Perceção de que é uma tecnologia show-off e ausência de trabalhadores qualificados são alguns dos entraves à proliferação da Realidade Aumentada
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Realidade Aumentada, um novo “super poder” ao serviço das organizações
5 de janeiro de 2016


A Realidade Aumentada é o novo “super poder” ao serviço de empresas, organizações e marketeers. Foi essencialmente esta a conclusão do 2.º Encontro de Realidade Aumentada (RALI), que se realizou no passado dia 11 de dezembro, na Universidade Lusófona de Lisboa, e que contou com mais de 500 visitantes, entre os quais profissionais, académicos e interessados no tema.

Tendo reunido no mesmo local óculos de Realidade Aumentada, projeções holográficas, impressão 3D, projeções interativas e hardware e software de Realidade Aumentada, o 2.º RALI recebeu intervenções de especialistas nacionais e internacionais.

Atualmente, algumas indústrias já beneficiam desta tecnologia – arquitetura e construção, indústrias automóvel e aeronáutica, educação, medicina e saúde, equipamento industrial, logística, minas e metalúrgicas, engenharia naval, exploração petrolífera e o setor público e governamental.

No encontro registaram-se também as principais barreiras atuais à proliferação da Realidade Aumentada. Entre estas, encontram-se, por exemplo, o desconhecimento da tecnologia, a perceção de que a Realidade Aumentada é uma tecnologia de show-off ou um jogo, a falta de informação sobre o tema em qualidade e em quantidade, os níveis distintos de maturação das empresas, a incerteza sobre custos, riscos e valor desta tecnologia para cada negócio, a falta de competências qualificadas nos trabalhadores e a ausência de regulamentação.

No entanto, as organizações que já utilizam a tecnologia de forma produtiva veem nesta um “super poder” que lhes permite acelerar os processos. De acordo com Nuno Silva, head of innovation da IT People Innovation e um dos especialistas na temática que marcaram presença no último RALI, “as empresas terão de investir na Realidade Aumentada para serem mais rápidas e melhores”. Na mesma linha, Christine Perey, diretora executiva da AREA, refere que as organizações que apostam nesta tecnologia “reduzem os erros, reduzem o tempo e provavelmente reduzem o custo nos processos, melhorando o desempenho de todos”.

O 3.º RALI está previsto para 20 de maio, em Lisboa, e promete dar continuidade a este debate.
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