O valor representa um recuo face aos seis milhões de euros verificados no ano anterior, motivado pela quebra de receitas quer de circulação, quer de p
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Cofina regista lucros de cinco milhões de euros em 2015
29 de fevereiro de 2016


A Cofina, grupo de media que detém títulos como o Correio da Manhã, Jornal de Negócios e revista Sábado, alcançou, no exercício de 2015, lucros de cinco milhões de euros. O valor representa um recuo face aos seis milhões de euros verificados no ano anterior, motivado pela quebra de receitas quer de circulação, quer de publicidade.

As receitas totais recuaram 5,1% para os 100,7 milhões de euros, com as receitas de circulação a diminuírem 2,9% e as de publicidade 7,9%, num ano “sem acontecimentos extraordinários como aconteceu em 2014 e com uma recuperação económica com muita incerteza”, lê-se em comunicado.

Os custos neste período desceram 4,7% para os 85,6 milhões de euros. Esta descida não compensou a quebra verificada nas receitas, motivando uma descida do EBITDA de 7,4% para os 15 milhões de euros. A margem EBITDA recuou 0,4 pontos percentuais (p.p.), com a margem EBITDA dos jornais a aumentar 0,5 p.p. para 18,8%.

No final de dezembro, a dívida líquida nominal da Cofina era de 59,8 milhões de euros, o que representa uma redução de 5,7 milhões de euros face ao período homólogo de 2014.

O free cash flow to equity gerado pela Cofina em 2015 ascendeu a cerca de 7,7 milhões de euros, o que se traduz num free cash flow yield – relativo à capitalização bolsista de 31 de dezembro de 2015 – de cerca de 17%.

O segmento de jornais da Cofina registou, no ano passado, receitas totais de cerca de 81,3 milhões de euros, um decréscimo de 3,8% face ao mesmo período do ano anterior. As receitas provenientes de circulação registaram uma quebra de cerca de 0,2%, para 42,4 milhões euros. As receitas de publicidade recuaram 7,9%, tendo atingido cerca de 27,3 milhões de euros. As receitas associadas ao marketing alternativo registaram uma quebra de 6,6%, atingindo cerca de 11,7 milhões de euros. Assim, o EBITDA do segmento de jornais ascendeu a 15,3 milhões de euros, um decréscimo de cerca de 1% face ao período homólogo do ano anterior. A margem EBITDA atingiu os 18,8%, mais 0,6 p.p. que em 2014.

No que diz respeito ao segmento das revistas, as receitas totais atingiram cerca de 19,3 milhões de euros, refletindo um decréscimo de cerca de 10,1% face a 2014. As receitas de circulação registaram uma queda de 12,5%, alcançando aproximadamente 10,5 milhões de euros, enquanto a publicidade recuou cerca de 8%. As receitas associadas a produtos de marketing alternativo caíram perto de 4%.
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