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Microsoft apresenta tendências digitais de brand engagement
7 de janeiro de 2014


A Microsoft, a IPG Mediabrand e o The Future Laboratory apresentam o estudo “Digital Trends”, que explora as principais tendências mundiais de brand engagement para um futuro próximo, “que as marcas devem considerar nos seus planos de marketing”, avança a Microsoft.

O estudo, realizado nos Estados Unidos, Europa, Rússia, Brasil e China, pretende analisar os hábitos e as expetativas dos consumidores de diferentes mercados, o papel da tecnologia nas suas vidas e identificar as principais tendências para o futuro. E, para que as marcas sejam cada vez mais eficazes, a Microsoft destaca oito tendências.

“Valorizem-me”, para consumidores cientes de que a sua atividade online é valiosa para as marcas, é a primeira. De acordo com o estudo, 45% dos consumidores online globais estão dispostos a vender os seus dados “à marca certa e pelo preço certo”. Destes, 30% já sabem como trocar os seus dados por recompensas.

Porque as pessoas gostam de medir o desempenho diário dos seus corpos e mentes, “as minhas estatísticas” é a tendência número dois. 55% dos consumidores estão mais propensos a comprar um produto ou serviço a uma marca que os ajude a identificar formas de melhorar a sua qualidade de vida.

“Direito ao anonimato”, para consumidores que querem controlar a sua pegada digital e preferem as marcas que permitem a gestão da sua privacidade, é a terceira tendência. 65% dos inquiridos dizem ter mais tendência para comprar produtos de marcas que permitem o controlo da sua privacidade.

“Cansados e sobrecarregados pelas redes sociais globais, os consumidores procuram redes menores, locais e feitas sob medida para preencher as suas necessidades. As marcas precisam de se relacionar com os seus consumidores e responder às suas necessidades específicas, partilhadas nas redes de nicho”, explica a Microsoft sobre a quarta tendência, “redes de nicho”. 41% dos consumidores inquiridos utilizam redes sociais especializadas e 53% preferem interagir com uma marca se esta permitir a satisfação dos seus interesses específicos.

“O culto da criação” é a quinta tendência e nasce do gosto dos jovens consumidores pelas novas experiências através do processo de criação, em detrimento do mero consumo. De acordo com o estudo, 49% esperam que as marcas lhes permitam participar na criação de um novo produto ou serviço.

A sexta tendência, “estar on de modo inteligente”, surge porque mais de metade dos consumidores esperam que as marcas saibam o momento exato para falarem com eles – “saber quando, onde e como comunicar a sua mensagem de forma a ser ouvido”, refere o estudo.

“Os consumidores esperam cada vez mais oportunidades para serem agradavelmente surpreendidos pelas tecnologias digitais” – “à espera de surpresas” é a sétima tendência. 61% dos consumidores preferem as marcas que oferecem este tipo de experiências.

Por último, “o digital na vida real”, porque, de acordo com a Microsoft, “as marcas vão necessitar de criar experiências multissensoriais, tanto em espaços físicos como virtuais”. 61% dos inquiridos assumem preferir as marcas que permitem acesso aos seus produtos, tanto em lojas físicas como virtuais.
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