35% dos peritos e apenas 2% dos não peritos afirmam que a instalação de atualizações de software é uma das práticas de segurança mais importantes
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Google revela principais práticas de segurança online entre peritos e não peritos em novo estudo
23 de julho de 2015


A Google apresenta hoje, no Symposium on Usable Privacy and Security, a decorrer desde quarta-feira no Canadá, os resultados do estudo “Como proteger a segurança online. Como peritos e não peritos de segurança se protegem online”. A pesquisa dá a conhecer as cinco práticas de segurança online mais importantes entre especialistas e não especialistas, bem como as semelhanças e as diferenças nas abordagens de uns e outros.

Ainda assim, a gigante tecnológica resolveu adiantar algumas das principais conclusões e estatísticas da pesquisa. Neste sentido, a gestão clara e cuidada da palavra-passe constitui uma prioridade para ambos os grupos, mas as abordagens diferem. Apenas 24% dos não peritos dizem utilizar gestores de palavras-passe em algumas das suas contas, contrastando com os 73% dos peritos. De acordo com a Google, a diferença “acontece por falta de informação sobre os benefícios dos gestores de palavras-passe e/ou falta de confiança nestes programas”.

As maiores diferenças entre os dois grupos analisados residem nas atualizações de software e no software antivírus. 35% dos peritos e apenas 2% dos não peritos afirmam que a instalação de atualizações de software é uma das práticas de segurança mais importantes. Os peritos reconhecem os benefícios das atualizações, enquanto os não peritos revelam alguma preocupação sobre os possíveis riscos que as atualizações de software envolvem.

Entretanto, 42% dos não peritos, contra apenas 7% dos peritos, indicam que o facto de terem software antivírus é uma das três coisas que fazem para estarem seguros online. Os peritos reconhecem os benefícios dos softwares de antivírus, mas alertam para o facto de poder dar aos utilizadores uma falsa sensação de segurança, pois “não se trata de uma solução à prova de bala”.

O presente estudo destaca os resultados de dois estudos – um com 231 peritos em segurança e outro com 294 internautas que não são peritos em segurança – nos quais os dois grupos foram questionados sobre quais as medidas que adotam para estarem seguros online. “Queríamos comparar e ver os contrastes das respostas dadas pelos dois grupos e perceber melhor as diferenças que existem”, conclui a Google.
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