Chama-se OZO e é o primeiro dispositivo de realidade virtual da empresa finlandesa. Trata-se de uma câmara esférica que grava vídeo e áudio em 360º
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Nokia entra no mundo da realidade virtual
31 de julho de 2015


A Nokia apresentou esta semana, num evento em Los Angeles, o seu primeiro dispositivo de realidade virtual. Chama-se OZO e trata-se de uma câmara esférica que grava vídeo e áudio em 360º. Com 2,7 quilogramas, o equipamento conta com oito sensores e microfones.

Através do novo equipamento, a empresa finlandesa espera vir a captar a atenção da indústria cinematográfica, como aponta o portal espanhol de tecnologias Xataca, uma vez que a OZO está pensada para gravar filmes e jogos em 3D, passíveis de serem visualizados e utilizados com um dispositivo de realidade virtual.

Algumas características que poderão converter a OZO num equipamento atrativo para a produção de filmes e outros conteúdos cinematográficos dizem respeito ao “live monitoring”, que permite aceder, em tempo real, ao que está a ser registado, e à possibilidade de realizar cópia da gravação em baixa resolução, que permite uma reprodução da mesma em 360º a alta velocidade.

De facto, o estúdio de gravação especializado em realidade virtual Jaunt VR já manifestou interesse no novo produto da Nokia, que não estará disponível no mercado antes do último trimestre deste ano.

Ramzi Haidamus, um executivo da Nokia, esclarece que o objetivo da entrada da empresa no mundo da realidade virtual com o desenvolvimento da OZO passa por “melhorar a forma como as pessoas comunicam e se relacionam com histórias, com o entretenimento e com os eventos internacionais”.

Recorde-se que, no ano passado, a Nokia vendeu a área de negócio dos smartphones à Microsoft e propôs a compra da Alcatel-Lucent por 15,6 mil milhões de euros, como forma de impulsionar o seu core business.

A confirmar esta intenção da empresa está também a informação de que se prepara para voltar a produzir smartphones em 2016, logo após o acordo com a Microsoft estar concluído e o permitir. Sublinhe-se que a Microsoft proibiu a utilização do nome da marca finlandesa de telemóveis por qualquer outro fabricante nos 30 meses posteriores à operação.


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