Tenho a sorte de ter uma família muito grande que é absolutamente fundamental da minha vida
António Roquette
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António Roquette
Nome: António Roquette
Data de Nascimento: 12/01/1972
Naturalidade: Lisboa
Formação: Licenciatura em Gestão e Administração de Empresas
Primeiro emprego: J. Walter Thompson
Empresa atual: Uzina
Função que desempenha:
CEO
Outros cargos e outras experiências: Sonaecom



  Qual é o livro da sua vida? 
Impossível escolher um único livro. Posso referir que “O Físico”, da autoria de Noah Gordon, foi um livro especial pela aventura, a perseverança. Outro livro marcante para mim é a biografia de Churchill, não só pela forma como está escrita e que nos prende da primeira à última linha, mas também pela capacidade de previsão e avisos sobre os perigos do rearmamento da Alemanha nos seus discursos na Câmara dos Lordes muito antes da guerra, aos quais poucos deram ouvidos. E sendo português não posso deixar de falar de “Os Maias” e do brilhantismo da escrita de Eça.

  Qual é o filme da sua vida? 
São muitos e variados ao longo do tempo. “Forrest Gump”, de Robert Zemeckies, “A Vida é Bela”, de Roberto Begnini, “Pulp Fiction”, de Tarantino, “Match Point” de Woody Allen. E poderia continuar, porque a lista é muita extensa.

  Qual é a música ou o grupo musical da sua vida? 
Impossível definir uma. Não tenho um gosto musical único e gosto de muita música e estilos variados. Depende tanto das circunstâncias que me é impossível escolher nem que fossem só as cinco melhores.

  Qual é o seu lema de vida?
Ser feliz todos os dias.

  Qual a pessoa que mais o marcou, ao longo da sua vida? 
Muitas. Mas tenho a sorte de ter uma família muito grande que é absolutamente fundamental da minha vida.

  Qual é a sua viagem de sonho (realizada ou não)? 
Itália. Tenho tido a sorte de viajar muito, mas não me sinto em lado nenhum como me sinto em Itália.

  Qual é o seu clube de futebol? 
Benfica, sempre.

  Tem algum hobby, alguma paixão?
Cozinhar. É de longe o hobby que mais me distrai.

  Em média, quanto tempo diário dedica a:
  Ver televisão (aerial e cabo)? Entre uma hora e uma hora e meia.
  Ouvir rádio? Meia hora.
  Ler jornais e revistas? Meia hora.
  Navegar na internet? Duas horas.
 
  Qual o anúncio que mais recorda? 
A campanha argentina para a Coca-Cola, feita apenas com as diferentes latas e garrafas da marca, numa analogia a diferentes personalidades.

  Que profissão sonhava desempenhar na sua infância ou juventude?
Taxista. Comecei a guiar aos oito anos e vivia dentro do carro da minha mãe.

  Qual foi, até hoje, o momento mais marcante da sua carreira profissional?
Quando decidi ficar a trabalhar em publicidade, pois tinha optado por fazer todas as cadeiras da área financeira do curso de gestão (no tempo em que os cursos ainda eram de cinco anos), com o intuito de trabalhar numa sala de mercados.

  Qual o episódio profissional mais caricato que já viveu? 
Numa reunião em que estava a apresentar uma campanha ao presidente do conselho de administração de uma grande empresa e a sola do meu sapato se abriu de tal forma que dar um passo que fosse era impossível sem que se notasse. Nunca na minha vida arrastei tanto os pés.

  Que medida ou medidas implementaria, se, por um dia, fosse responsável pela Comunicação Social em Portugal?
Pediria aos jornalistas que me contassem uma história complicada das suas vidas e depois pedir-lhes-ia que fizessem uma notícia sobre essa história com total imparcialidade. Depois desse exercício pedia-lhes, então, que fizessem o trabalho e o alinhamento noticioso desse dia.

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