Somos o que vem connosco e as pessoas que nos rodeiam
Solange Gregório
Vote
Todas as personalidades
Perfis
Solange Gregório
Nome: Solange Gregório
Data de Nascimento: 20/09/1973
Naturalidade: Lisboa
Formação: Licenciatura Marketing/MBA em Gestão
Primeiro emprego: Renault Portuguesa
Empresa atual: Saúde Prime (Grupo Future Healthcare)
Função que desempenha: 
Diretora de Marketing e Comunicação da marca Saúde Prime, do Grupo Future Healthcare
Outros cargos e outras experiências: Advertising Manager da Renault Portuguesa, Internet Marketing Manager da Renault Portuguesa, Diretora de Comunicação e RP das Marcas Hyundai e Subaru, Account Manager para Angola dos clientes Banco BAI, Banco BNI, Petrolífera BP, entre outros.



  Qual é o livro da sua vida? 
“Amor em Tempos de Cólera”.

  Qual é o filme da sua vida? 
Que complicado: "Blade Runner", "A Vida é Bela" …

  Qual é a música ou o grupo musical da sua vida? 
Marvin Gaye, Aerosmith, Ella… são tantos! É difícil escolher, gosto de muitas bandas e muitas músicas.

  Qual é o seu lema de vida?
Fazer sempre o melhor que posso e nunca desistir e, no processo, lembrar-me de ser feliz… porque somos “muito mortais”.

  Qual a pessoa que mais o marcou, ao longo da sua vida? 
A minha filha, o meu marido e os meus pais e irmãos. Tenho também muitos amigos que me foram acompanhando ao longo da vida e que, naturalmente, me marcaram. Nós somos tudo isso, o que vem connosco e as pessoas que nos rodeiam.

  Qual é a sua viagem de sonho (realizada ou não)? 
O Mundo todo é uma hipótese, mas tenho NY no coração e tenho prevista uma ida a Las Vegas, pois acho que é um playground para adultos.

  Qual é o seu clube de futebol? 
Seleção Portuguesa.

  Tem algum hobby, alguma paixão?
Joalharia e viajar.

  Um defeito que não tolera? Uma qualidade que aprecia? 
Mentira, ignorância. Honestidade/ integridade e inteligência.

  Em média, quanto tempo diário dedica a:
  Ver televisão (aerial e cabo)? Uma hora e meia, mas muitos dias nenhuma.  
  Ouvir rádio? Duas horas, no carro.
  Ler jornais e revistas? Meia hora. 
  Navegar na internet? Duas horas e meia.
 
  Qual o anúncio que mais recorda? 
Nunca me esquecerei da publicidade das figuras de chocolate que, no Natal, colocávamos nas árvores (tinham vários formatos e estavam embrulhados em papel de prata com a imagem). Era muito pequena, mas lembro-me como se fosse hoje. O Pai Natal estava a contar a história dessas personagens de chocolate a uma menina loira, os chocolates iam passando no comboio que circulava numa pista de brincar. Pelo meio, o Pai Natal ia comendo os chocolates, até que a menina o impede de comer o coelhinho de chocolate, dizendo: “Não, não! O coelhinho veio com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo”. Ficou para sempre na minha memória. Gosto de muitos outros, mas este foi especial. 

  Que profissão sonhava desempenhar na sua infância ou juventude?
Não me lembro de ter uma grande fixação. Contudo, na infância, passei pela fase de querer ser professora e astronauta; na adolescência, passei por diversas ideias, muitas das quais não me recordo, mas quis ser hospedeira de bordo (para viajar), atleta e jornalista da televisão (pivot).

  Qual foi, até hoje, o momento mais marcante da sua carreira profissional?
Existe um muito mau, mas do qual não quero falar. Só o refiro porque me lembro muitas vezes dele para não cometer o mesmo erro. Tive vários momentos muito felizes, mas marcaram-me as vezes em que acreditaram em mim, em situações que não seria óbvio fazê-lo. Quero, também, fazer uma nota a uma fase em que adoeci e foi algo grave. Voltar ao trabalho implicou uma alteração na minha carreira, pois tive algum tempo ausente. Este momento foi marcante, pois quando voltei vi o melhor e o pior das pessoas.

  Qual o episódio profissional mais caricato que já viveu? 
Estava numa reunião e tinha colocado unhas falsas. Subitamente, enquanto gesticulava, saltou-me uma unha, que passou pela mesa a alta velocidade. Todas as pessoas perguntaram se alguém tinha visto qualquer coisa passar por ali, e eu mantive-me impávida e serena, apesar da minha imensa vontade de rir.

  Que medida ou medidas implementaria, se, por um dia, fosse responsável pela Comunicação Social em Portugal?
Há que pensar mais profundamente, mas em termos jornalísticos faria, com toda a certeza, um esforço para que os meios deixassem de passar só mensagens negativas. Há que relatar a realidade dos factos, mas, neste momento, parece-me, há um empolamento da desgraça. Quanto à publicidade, há que trabalhar na transparência e clareza das mensagens.

Home
MadeBy
Legislação
GateScope
mgate
Simulador
MissGate
WeeklyTv
Perfis
Notícias
Artigos
Eventos
Opinião
Publicações
TvGate
RadioGate
PressGate
OutGate
CineGate
APAP
DigitalGate
ICAP
APCT
APODEMO
Marktest
Obercom
API
APMP
GMCS
Criativos
APAN
APPM
ACEPI
MEDIAFONE