Sou bastante distraída, por isso episódios caricatos não faltam nos meus dias
Virgínia Coutinho
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Virgínia Coutinho
Nome: Virgínia Coutinho 
Data de nascimento: 18/04/1985
Nacionalidade: Portuguesa
Formação: Licenciatura em Comunicação Organizacional, pelo IPC, e frequência no mestrado de Gestão do ISCTE-INDEG.
Primeiro emprego: Na área de comunicação foi na EDP, na direção de marca e comunicação. No entanto, comecei a trabalhar aos 14 anos e por isso houve bastantes antes desse. 
Empresa atual: Upload Lisboa, Fifty Digital Agency, FLAG... Estou envolvida em vários projetos, muitos dos quais projetos próprios.
Função que desempenha: 
Organizadora do Upload Lisboa, social media strategist na Fifty Digital (empresa própria), e formadora e coordenadora da Academia de Marketing Digital da FLAG.
Outros cargos e outras experiências: O meu percurso profissional tem sido pautado por vários projetos de empreendedorismo, de entre os quais realço a minha associação à startup EDUKE.me, da qual sou cofundadora.



  Qual é o livro da sua vida? 
Neste momento, o livro que publiquei recentemente, “The Social Book”, é o livro com maior importância na minha vida. Dos que li, não consigo apontar apenas um. Diria que “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde, e “Crime e Castigo” de Dostoiévski, foram os livros que me marcaram mais e que frequentemente recomendo. Mais relacionados com a minha área, adoro autores como Dan Ariely, Malcolm Gladwell e Seth Godin.

  Qual é o filme da sua vida? 
Não tenho nenhum. Há vários de que gosto, como “A Vida é Bela” e “À Procura da Felicidade”, mas nenhum que seja o “filme da minha vida”.

  Qual é a música ou o grupo musical da sua vida? 
Ouço tantos géneros musicais diferentes e gosto de tantas bandas distintas... Tenho algum carinho especial pelas bandas de que gostava em adolescente, como Oasis, Red Hot Chili Peppers, Smashing Pumpkins, REM…

  Qual é o seu lema de vida?
“Tudo o que damos ao mundo é-nos retribuído”. Por isso, o meu objetivo permanente é esforçar-me para ser uma pessoa e uma profissional cada vez melhor.

  Qual a pessoa que mais a marcou, ao longo da sua vida? 
São quatro pessoas igualmente importantes, as minhas três irmãs (mais novas) e a minha avó materna.

  Qual é a sua viagem de sonho (realizada ou não)? 
Adoro viajar e faço-o com frequência. Não é a minha viagem de sonho, mas quero muito ir à Coreia do Norte nos próximos anos, pois tenho curiosidade em “conhecer” um pouco daquela cultura e regime que tanto me intrigam. Gostaria também de viajar três meses pela América Latina.

  Qual é o seu clube de futebol? 
Não tenho. Simpatizava com um, mas há pouco mais de um mês concluí que não queria continuar a simpatizar com um clube que “escolhi” em troca de meia dúzia de rebuçados. No entanto, enquanto alguém que nasceu em Moreira de Cónegos, fico contente pelos feitos do Moreirense.

  Tem algum hobby, alguma paixão?
Tenho uma paixão pela descoberta, por viajar. Associado a essa paixão, gosto de fotografar para tentar reter aqueles momentos e pessoas (essencialmente pessoas) na “memória”.

  Um defeito que não tolera? Uma qualidade que aprecia? 
Não gosto muito de pessoas preguiçosas... Pior do que pessoas preguiçosas, apenas as que são preguiçosas, negativas e que se lamentam constantemente da vida e do mundo. Gosto muito de pessoas que se preocupam com os outros, que são leais, cumpridoras e esforçadas.

  Em média, quanto tempo diário dedica a:
  Ver televisão (aerial e cabo)? Durante muito tempo não via televisão, mas agora não resisto ao “Shark Thank” e, pontualmente, a uma série ou outra, por isso cerca de uma hora e meia diária.
  Ouvir rádio? Apenas ao fim de semana em viagem ou outras deslocações.
  Ler jornais e revistas? Só ao fim de semana. Online, uns 20 minutos por dia.
  Navegar na internet? Se incluir o “usar a internet” para trabalhar perfaz muitas horas por dia.
 
  Qual o anúncio que mais recorda? 
Adorei o anúncio do Natal passado da John Lewis. 

 

  Que profissão sonhava desempenhar na sua infância ou juventude?
Na minha infância queria ser cientista... Todas as minhas amigas queriam ser bailarinas, cantoras e astronautas, mas eu tinha algum fascínio pela descoberta. Posteriormente, aos 18 anos, foi difícil escolher entre psicologia, comunicação ou marketing e direito.

  Qual foi, até hoje, o momento mais marcante da sua carreira profissional?
O lançamento do meu livro foi um momento que me marcou imenso. Era um objetivo de vida e é sempre muito agradável quando conseguimos cumprir um desses grandes objetivos.

  Qual o episódio profissional mais caricato que já viveu? 
Sou bastante distraída, por isso episódios caricatos não faltam nos meus dias.

  Que medida ou medidas implementaria, se, por um dia, fosse responsável pela Comunicação Social em Portugal?
Talvez apostasse ainda mais na componente digital e na sua monetização. A tendência tem sido essa, embora a dimensão do mercado e o pouco interesse dos leitores em aceder a conteúdos pagos não tenham ainda convencido totalmente os meios.

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