Detesto quem começa as frases por “não” e pessoas negativas que dizem “não sei” e “não consigo”
Miguel Alves Ribeiro
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Miguel Alves Ribeiro
Nome: Miguel Alves Ribeiro
Data de nascimento: 04/04/1975
Naturalidade: Lisboa
Formação: Mestre em Project Management pela Universidade de Seattle e licenciado em Marketing e Relações Públicas pelo Instituto de Novas Profissões de Lisboa.
Primeiro emprego: Sales team manager na TV Cabo. 
Empresa atual: Zomato.
Função que desempenha: 
Country Manager.
Outros cargos e outras experiências: Trabalhei na Netlink, onde geri uma equipa de mais de 100 pessoas enquanto diretor comercial. Fui diretor de operações na Euphony em
Portugal e noutros países da Europa e da América Latina. Na BestTables fui diretor de desenvolvimento e responsável pela implementação do negócio em Portugal.




  Qual é o livro da sua vida? 
Não posso dizer que tenho um livro da minha vida, houve vários que me marcaram em diferentes momentos e aspectos, no decorrer dos anos. Mas houve um, especificamente, que me deu direção e inspirou como profissional. Valores estes que implemento e sigo até hoje na minha forma de liderar equipas. “O Monge e o Executivo”, de James C. Hunter, um livro de leitura fácil que me caiu nas mãos na altura certa e me deu a direção de que precisava.

  Qual é o filme da sua vida? 
Mais uma vez, tenho vários filmes que me marcaram, mas, em termos de motivação, inspiração e exemplo de liderança, “Hoosiers”, com Gene Hackman como Treinador Dale, é um filme que me inspira. O Treinador Dale leva uma equipa medíocre a obter resultados fantásticos, focando no momento, em pequenas conquistas como se estas fossem a última coisa que faziam. Este é um filme que me inspira sempre e cada vez que o vejo.

  Qual é a música ou o grupo musical da sua vida? 
Estando presente em Seattle na era em que o Grunge ganhou vida, essa tendência arrebatou-me numa das alturas mais emotivas da minha vida, a época em que estava a finalizar a faculdade. Bandas como Pearl Jam, Stone Temple Pilots, Alice in Chains e Nirvana, entre outras, trazem sempre boas recordações. Porém, acordo todos os dias ao som de “Don’t Stop Believin’” (a música do meu despertador) dos Journey, que também posso dizer ser das minhas bandas de eleição.

  Qual é o seu lema de vida?
“A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio”, Martin Luther King Jr..

  Qual a pessoa que mais a marcou, ao longo da sua vida? 
Ao longo da vida várias pessoas me marcaram: professores, líderes brilhantes, pessoas fantásticas e exemplos de vida e liderança que me motivaram. Portanto, um conjunto de pessoas em momento diferentes marcaram e continuam a marcar-me todos os dias.

  Qual é a sua viagem de sonho (realizada ou não)? 
Adoro viajar, então todas as minhas viagens se tornam de sonho. Porém, tenho algumas que gostaria de fazer. Certamente, às Maldivas e ao Nepal – após ter passado uma temporada na Índia, despertou em mim a curiosidade de conhecer melhor esse país cheio de cor, mistério e espiritualidade.

  Qual é o seu clube de futebol? 
Benfiquista desde o berço, mas não sou fanático.

  Tem algum hobby, alguma paixão?
Adoro praia e surf, mas cada vez com menos tempo e disponibilidade torna-se difícil conciliar, com o trabalho. Espero retomar em breve, de preferência com a companhia do meu filho Diogo, de oito anos.

  Um defeito que não tolera? Uma qualidade que aprecia? 
Defeito: Detesto quem começa as frases por “não” e pessoas negativas que dizem “não sei” e “não consigo”. Qualidade: Admiro a humildade, pessoas que falam em “nós” e não “eu”. Acima de tudo pessoas com uma rápida capacidade de adaptação a mudanças e rápidas na recuperação de momentos menos bons.

  Em média, quanto tempo diário dedica a:
  Ver televisão (aerial e cabo)? Uma hora.
  Ouvir rádio? No carro.
  Ler jornais e revistas? Sempre que posso.
  Navegar na internet? Mais tempo do que ddevia.
 
  Qual o anúncio que mais recorda? 
Restaurador Olex.



  Que profissão sonhava desempenhar na sua infância ou juventude?
Queria ser piloto de aviões.

  Qual foi, até hoje, o momento mais marcante da sua carreira profissional?
Todos os dias na Zomato são marcantes, com um crescimento que nunca vi em lugar algum, com pessoas fenomenais que já se tornaram numa segunda família.

  Qual o episódio profissional mais caricato que já viveu? 
Acho que foi o dia em que fui contratado pela Zomato. Uma hora depois de ter enviado um email para uma empresa na Índia que não conhecia, mas na qual vi potencial e cujo nome começava por “Z”, recebi uma mensagem do CEO e cofundador a convidar-me para uma conversa via Skype. Após 10 minutos desafiou-me para largar tudo e a ir para a Índia daí a duas semanas, para passar entre três a seis meses nos escritórios centrais da Índia a ajudá-lo a mudar o mundo “uma dentada de cada vez”. A isto respondi, em 10 segundos, que sim. Só depois comecei a pensar no que tinha feito, mas foi, sem dúvida, uma decisão que mudou a minha vida.

  Que medida ou medidas implementaria, se, por um dia, fosse responsável pela Comunicação Social em Portugal?
Passava um dia inteiro a passar comunicação positiva, explorar os lados positivos de cada notícia, para alegrar o nosso povo que vive num dos países mais fantásticos que conheço.

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