O momento mais marcante da minha carreira foi ter contratado alguns dos melhores talentos da indústria da Media
Jean-Christophe Demarta
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Jean-Christophe Demarta
Nome: Jean-Christophe Demarta
Data de nascimento: 04/05/1964
Nacionalidade: Francesa e suíça
Formação: MBA (1988) e BBA (1986)
Primeiro emprego:
Empresa actual: Grupo New York Times
Função que desempenha: Vice-Presidente de Publicidade Internacional
Outros cargos e outras experiências: CESP – Media Research consultant (1988), Medias & Regies Europe (Publicis, 1990) – Marketing Manager, Le Monde – Deputy Managing Director (1994), International Herald Tribune – Advertising Director EMEA (1999), The NY Times Media Group – Int’l Advertising Director (2006)




Qual é o livro da sua vida?
"Variations Enigmatiques", de Eric-Emmanuel Schmidt.
 
Qual é o filme da sua vida?
"Blade Runner", de Ridley Scott" e "A Straight Story", de David Lynch.

Qual a música ou grupo musical da sua vida?
“There is a light that never goes out”, dos The Smiths, e “Never Let Me Down Again”, dos Depeche Mode.

Qual é o lema da sua vida?
Mente sã em corpo são.

Qual a pessoa que mais o/a marcou, ao longo da sua vida:
O meu pai.

Qual é a sua viagem de sonho (realizada ou não)?
Bryce Canyon, Utah.

Qual é o seu clube de futebol?
Paris Saint-Germain.

Tem algum hobby, alguma paixão:
Música, desporto, jornais. 

Um defeito que não tolera? Uma qualidade que aprecia:
Intolerância. Respeito.

Em média, quanto tempo diário dedica a:
ver televisão (aerial e cabo)? 30 min
ouvir rádio? 30 min
ler jornais e revistas? 45 min
a navegar na Internet? 1 h

Qual o anúncio que mais recorda?
Nike.

Que profissão sonhava desempenhar na sua infância ou juventude?
Jogador de futebol.

Qual foi, até hoje, o momento mais marcante da sua carreira profissional?
Ter contratado alguns dos melhores talentos da indústria da media.

Qual o episódio profissional mais caricato que já viveu?
Estar numa reunião de uma hora com um cliente que não abriu a boca para dizer uma única palavra, para além de “olá” e “adeus”. A vida é demasiado curta; ninguém deveria tornar as coisas assim tão complicadas.

Que medida ou medidas que implementaria, se, por um dia, fosse Secretário de Estado para a Comunicação Social?
Conceder aos funcionários uma hora por dia para uma leitura completa das notícias e opiniões.

Acredita em profecias? Acredita que o mundo vai acabar em 2012, como defendiam os Maias?
Sim, acredito.Há um fim para tudo na vida. Contudo, a boa notícia é que há também um começo eterno para tudo e eu nunca olho para além daquilo que os meus olhos conseguem ver.
“It’s the end of the world as we know it, but I feel fine” – REM, Athens, GA.



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